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15out2020

Grávida pode ir ao dentista?

Poucos assuntos são mais delicados do que o atendimento odontológico durante a gestação. Para ficar ainda mais complicado, esse é um período em que as mudanças físicas, psicológicas e hormonais acabam prejudicando a saúde bucal, mesmo que temporariamente. Nessa hora, sempre surge aquela pergunta clássica: grávida pode ir ao dentista?

Mas antes de entrar nesse tema, já quero derrubar um dos maiores mitos sobre o assunto. Muitas futuras mamães acreditam que a gravidez é um período que facilita o surgimento de cáries graças à perda mineral para formação dos dentes do bebê, mas isso não passa de uma crença popular. Na verdade, existe uma grande mudança hormonal – e muitas vezes de hábitos alimentares – que contribuem para a fragilidade da saúde bucal. Mas quando a gestante tem um acompanhamento correto, é possível passar toda a gestação sem nenhuma cárie e mesmo assim seu filho crescer com dentes lindos e saudáveis.

Então a resposta é bem direta: a gestante não apenas pode ir ao dentista, mas deve fazer consultas de rotina. Muitas pesquisas já relacionaram inflamações periodontais, como gengivite e periodontite, a um possível parto prematuro. Além disso, a boca é parte fundamental para a manutenção da nossa saúde e se tem um momento que precisamos manter a imunidade em alta é justamente durante a gestação.

Gestante no consultório: cuidados especiais

Porém, ainda são muitos os profissionais que ficam receosos durante o atendimento de uma gestante, uma vez que essa consulta requer alguns cuidados especiais, tanto por parte do profissional, quanto por parte da futura mamãe.

O ponto que eu quero ressaltar é sobre o uso de medicamentos. Durante a gestação, a futura mamãe passa sim por uma restrição quanto aos remédios e não pode usar todos os princípios ativos. Mas isso não é uma exclusividade do consultório odontológico. Em qualquer especialidade, é preciso atenção para fazer a receita médica. 

Uma das dúvidas mais comuns é sobre o raio-x. Os exames radiográficos, quando observadas todas as medidas de precaução, não precisam ser cancelados. Se for possível evitar o primeiro trimestre de gestação, mais especificamente entre a 4ª e 5ª semana em que a organogênese é mais delicada, melhor. Porém, hoje existem equipamentos modernos, como o raio-x digital, que promovem uma redução incrível de exposição à radiação.

Qual a melhor momento para grávida ir ao dentista?

O que eu quero deixar claro é que o atendimento odontológico à gestante requer alguns cuidados, mas pode sim ser feito com toda segurança. Por isso, em casos emergenciais, o ideal é já procurar um profissional para começar um tratamento e não oferecer riscos ao feto.

Porém, quando o caso não é uma emergência odontológica, o ideal é realizar as possíveis intervenções durante o segundo trimestre de gestação. Em algumas situações, quando é viável, pode ser mais interessante esperar o nascimento do bebê para retomar o tratamento. Mas essa decisão precisa ser tomada dentro do consultório, após o profissional detalhar o seu caso clínico.

Os maiores riscos de um tratamento odontológico em gestantes aparecem quando a futura mamãe ainda não sabe que está grávida. É muito normal a mulher não ter consciência da gravidez até a oitava semana de gestação e, quando acabam indo ao consultório, o dentista não é avisado. Fora isso, não há motivos para insegurança.

Quer saber mais sobre a importância de um pré-natal odontológico? Então entre em contato e conheça nosso atendimento exclusivo para gestantes. Tel. (11) 2669-8991 ou WhatsApp: (11) 97663-3878

 

6out2020

Bolinhas brancas na gengiva do bebê: O que pode ser?

Ser mãe de um recém-nascido é sinônimo de atenção aos mínimos detalhes. Afinal, qualquer alteração pode comprometer a saúde do pequeno e interferir no desenvolvimento. Por isso que tantas mamães ficam preocupadas quando, por volta dos primeiros meses de vida, aparecem bolinhas brancas na gengiva ou no palato (céu da boca) do bebê.  Se você está com essa dúvida, pode ficar tranquila que este texto está recheado de boas notícias.

Essas pequenas pápulas, que podem ter coloração branca, branca-amarelada ou até mesmo acinzentada, são inofensivos cistos de inclusão que costumam aparecer na mucosa do recém-nascido. Eles são totalmente assintomáticos, ou seja, não geram dores ou desconfortos para o bebê. Segundo os estudos clínicos, essas bolinhas são encontradas em 75% dos neonatos, sendo classificadas de acordo com a localização: Nódulos de Bohn, quando estão nas gengivas, ou Pérolas de Epstein, se aparecerem no palato. 

Devo me preocupar com as bolinhas brancas na gengiva?

Esta é a boa notícia do texto: essas pequenas alterações somem normalmente e não precisam ser medicadas. A melhor maneira de entender isso é conhecendo a origem destes pequenos cistos.  Os Nódulos de Bohn são remanescentes da lâmina dentária que permaneceram na mucosa após a formação dos dentes. O cisto é o meio pelo qual o próprio corpo trata de expulsar esses resíduos.

Já as Pérolas de Epstein são remanescentes do tecido epitelial que ficaram retido na região do palato durante do desenvolvimento do feto. Resumindo, essas alterações não são símbolos de infecções causadas por corpos estranhos, mas apenas uma etapa natural do desenvolvimento do bebê.

Os cistos costumam aparecer em grupos de dois a seis e podem variar de 1 a 3 mm de tamanho. Na maioria dos casos, eles somem ainda no primeiro mês de vida, porém, existem muitos relatos de cistos tardios que parecem até abcessos.

Então a minha dica é muito pontual: Apareceram bolinhas brancas pequenas durante o primeiro mês, basta observar e esperar que elas desapareçam. Caso elas durem até o terceiro mês, ou aumentem de tamanho, é importante dar uma passada no consultório. Pode ser que eu precise fazer uma pequena incisão para eliminar o cisto.

O que não pode acontecer é ficar preocupada em casa sem ter a informação correta. Em caso de dúvida, entre em contato e agende uma consulta para que esclarecer pessoalmente tudo sobre a saúde bucal do seu filho. Tel.: (11) 2669-8991 ou WhatsApp: (11) 97663-3878

4ago2020

Periodontite em gestantes aumenta o risco de parto prematuro

A condição de saúde da mamãe durante a gestação é fundamental para o correto desenvolvimento do bebê. É por isso que nós, agentes da saúde, sempre estamos orientando para que as gestantes se alimentem equilibradamente, não fumem, não bebam e evitem ao máximo passar por situações estressantes. Além das recomendações gerais, a saúde bucal merece atenção especial, pois é um fator que pode aumentar o risco de parto prematuro.

Existem diversos estudos acadêmicos relacionando as doenças periodontais ao aumento do risco de um parto prematuro. Um dos mais recentes, promovido pela Universidade Miguel Herández de Elche, na Espanha, e a Universidade Pedagógica e Tecnológica da Colômbia, relatou que em 60% das 10.215 mulheres analisadas, a infecção periodontal aumentou o risco de um parto antes das 37 semanas.

Mas afinal, como uma infecção relacionada à boca consegue prejudicar o desenvolvimento do bebê?

Parto prematuro: O que é?

Antes de mais nada, toda gestante precisa entender exatamente o que é um parto prematuro. Em linhas gerais, consideramos um parto prematuro aquele que ocorre antes da 37ª semana de gestação.

Para entender a gravidade da situação, é comum que no futuro bebês prematuros apresentem algumas disfunções ao longo da vida, como problemas respiratórios, alterações neurológicas e até alguns distúrbios de comportamento, como déficit de atenção.

Outro ponto é que cerca de 75% das mortes de recém-nascido decorrem justamente da prematuridade. Ou seja, no dicionário da futura mamãe, o termo “bebê prematuro” precisa ser totalmente evitado.

Apesar de termos conhecimento de todos essas questões, o processo fisiológico que desencadeia o início de um trabalho de parto antecipado ainda é um enigma para os obstetras. Porém, os estudos já apontaram que durante o início do trabalho de parto são encontradas concentrações maiores de prostaglandina no líquido aminoácido, que indica que este hormônio é um importante indutor do nascimento.

É aqui que está a questão delicada: o nosso corpo não produz prostaglandina apenas para o parto. Na verdade, esse hormônio participa de uma ampla gama de funções, entre elas, controlam os processos de inflamação, fluxo sanguíneo e formação de coágulos.

Pré-natal odontológico

Muitas gestantes ainda não compreendem a importância de se fazer um bom pré-natal odontológico. Se você ainda tem dúvidas sobre o tema, veja meu vídeo:

Posted by Dra. Paula Portella Odontopediatra on Friday, March 1, 2019

Periodontite e o parto

Resumindo, quando a futura mamãe apresenta um quadro de inflamação, mesmo que seja distante do feto, também aumenta a produção de prostaglandina que pode induzir o parto antes da hora. É aí que está a relação com a periodontite.

Tanto a gengivite quanto a periodontite são processos inflamatórios originados a partir da placa bacteriana e higienização incorreta. Enquanto a gengivite pode ser reversível, a periodontite crônica é capaz de provocar perda do tecido conjuntivo e resultar até na perda dentária.

Alguns estudos apontam que uma periodontite generalizada pode comprometer uma área superior a 70 cm² da estrutura gengival, ou seja, é o suficiente para que os subprodutos da doença periodontal atinjam o aparelho circulatório. Essa reação sistêmica à infecção bucal pode ser medida de outras formas, como a elevação do fibronogênio, contagem leucocitária e proteína C reativa. Tudo indicando que a periodontite tem um elevado potencial de alteração metabólica.

O que a gestante pode fazer?

Nesse quesito, não há fórmula mágica. Durante a gestação, precisamos ficar ainda mais atentas à saúde bucal. É normal que diante de tantas alterações hormonais, esse período favoreça a gengivite. Ou seja, atenção redobrada!

É justamente para garantir a saúde nesse momento tão pontual que existe o pré-natal odontológico. Além de verificar de perto a saúde da futura mamãe, nós também vamos dar algumas dicas valiosas sobre desenvolvimento e saúde bucal do recém-nascido. Para saber mais informações, basta entrar em contato e agendar a sua consulta. Tel. (11) 97663-3878

4ago2020

Amamentação materna é fundamental para o desenvolvimento do bebê

A primeira semana de agosto se tornou simbólica para mamães e profissionais da saúde do mundo inteiro. Adotado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas pela Infância (UNICEF), esse período do ano é dedicado à promoção e defesa da amamentação. Neste ano, 120 países se uniram para apoiar a causa que apresenta a temática “Apoie o Aleitamento Materno por um Planeta Sustentável”.

Mas apesar de tanta exposição e discussões na mídia, muitas mamães ainda ficam em dúvida sobre a importância da amamentação tradicional. Afinal, existem tantas fórmulas modernas no mercado, será que o leite materno ainda é tão indispensável? A resposta é simples: Sim! Não apenas por todos os benefícios nutricionais – que são inúmeros – mas também pelo desenvolvimento promovido pelo ato de mamar.

Leite materno: uma fórmula única

O primeiro aspecto que a gente precisa levar em consideração é justamente as vantagens nutricionais do leite materno. Em um período de pandemia, onde estamos sempre discutindo nosso poder de imunidade, essa questão fica ainda mais relevante. Pouca gente sabe, mas há uma troca de microbiota da saliva do bebê para a mamãe durante a amamentação. Isso indica ao sistema imunológico da mãe quais anticorpos devem ser produzidos e passados para o bebê na próxima mama.

Só por esse exemplo, é fácil entender que o leite materno vai muito além dos componentes básicos (proteínas, carboidratos e gorduras), mas é uma receita rica em substâncias imunomoduladoras que varia de acordo com a necessidade específica de cada bebê.

Por mais que as fórmulas evoluam em relação à nutrição, o leite artificial não consegue reproduzir esses aspectos com tamanha precisão, sendo uma opção imunologicamente imatura se comparada ao leite materno.

Amamentação auxilia no desenvolvimento

A qualidade nutricional é importantíssima para promover o correto desenvolvimento do bebê. Porém, como a minha área é a odontologia, quero falar um pouquinho mais sobre outros benefícios que interferem diretamente na formação da arcada e futura saúde bucal.

Mamar no peito promove um intenso exercício mandibular que fortalece toda a musculatura da região da face, (principalmente língua, bochecha e lábios) e é extremamente importante para o desenvolvimento correto das estruturas ósseas e as funções relacionadas à sucção, deglutição, respiração e, futuramente, à fala e mastigação da criança.

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#Repost @cosettib.odontologia with @make_ Olha que legal esse vídeo publicado pela @cosettib.odontologia Queria aproveitar esse material para chamar atenção para alguns detalhes. Dá para perceber que o bebê está com a boca totalmente vedada no peito da mãe. Por isso, ele faz todo o movimento de ordenha com a língua, que é a verdadeira responsável por dosar a quantidade de leite que sairá desse peito. O segundo aspecto é sobre a respiração. Quando ele precisa respirar, ele não larga o peito. A própria língua para a ordenha, o nariz respira e a boca continua completamente vedada. Em relação aos movimentos, esse exercício de mamar é fundamental para tonificar toda a musculatura porque são vários movimentos executados ao mesmo tempo. Então esse é um momento muito mágico em que se trabalhalha a musculatura da face de maneira bilateral e simultânea, além, claro, de estreitar os laços entre a mamãe e o bebê. Existe momento mais lindo?? #odontopediatria #amamentação #odontologia #mae #bebe #maeefilha

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Por mais que as mamadeiras pareçam mais práticas e confortáveis, o bico funciona apenas como um dosador, fazendo com que o bebê não faça o esforço necessário para garantir o desenvolvimento adequado de todas as estruturas. Além disso, o bico gera uma alteração prejudicial no posicionamento de língua.

Importante, mas não é fácil

Apesar de compreender todas as vantagens, nem todas as mamães conseguem oferecer o alimento. Entre os problemas mais comuns estão possíveis problemas na produção do leite e até algumas dificuldade quanto à pega, ou dores.

Então a minha dica de hoje é a seguinte: existem muitos profissionais, entre eles pediatras, odontopediatras e fonoaudiólogas, capazes de diagnosticar e corrigir possíveis problemas em relação à amamentação para garantir esse importante alimento. Como mães, nós precisamos ficar atentas a todas as possibilidades e tentar ao máximo não recorrer às fórmulas. Porém, caso elas sejam inevitáveis, tentar dar de maneira combinada com o leite materno, quando possível.

Quer saber o que podemos fazer? Venha conhecer o nosso consultório e vamos conversar pessoalmente. Agende uma consulta! Tel.: (11) 2669-8991

29jul2019

Traumas de dentista e a importância da primeira consulta

Você chega com o seu filho para fazer a primeira consulta dele no odontopediatra já naquela apreensão de que tudo dê certo. O profissional chama para dentro do consultório, mas ao invés de ir para a cadeira de atendimento e já colocar as luvas, senta-se diante de uma mesa e começa a fazer uma série de perguntas. Às vezes, passa mais de meia hora de consulta e nada de abrir a boca do pequeno. Será que está certo isso?

Pois é, muitos pais que aparecem pela primeira vez aqui no consultório acabam estranhando os procedimentos desse encontro. Acostumados com o ritmo acelerado do cotidiano, às vezes, até questionam que o tempo está passando e a criança ainda nem abriu a boca. Porém, toda essa conduta faz parte e acaba auxiliando bastante durante o processo.

Existem dois fatores que influenciam diretamente no resultado de um tratamento odontológico, independentemente da idade: planejamento e colaboração. Quando falamos de atendimento infantil, esses pilares são ainda mais relevantes uma vez que a formação das estruturas ainda não está completa, o que exige mais cuidado no planejamento, e a colaboração é ainda mais complicada. São justamente esses os principais aspectos tratados no primeiro encontro, que nem sempre são percebidos pelo acompanhante.

Anamnese é a base do planejamento

Anamnese é o termo usado na área da saúde para a primeira entrevista com o paciente. Nela, o profissional levanta informações do histórico médico do  paciente que juntamente com o exame clínico ajudarão a compor o diagnóstico. 

É na anamnese que o profissional, muitas vezes, detecta a origem do problema, uma informação extremamente relevante para desenvolver o tratamento. Os responsáveis precisam responder atentamente todas as perguntas, sem esconder nenhum detalhe. Às vezes, pensamos que não vale a pena mencionar algo, mas a chave para a resolução do caso está justamente naquele ponto.

Durante a conversa, o odontopediatra anotará os dados que julgar importante. São essas anotações, analisadas mais calmamente depois, que servem de base para o planejamento do futuro tratamento. Qualquer erro de julgamento ou informação omitida pode dificultar a jornada do paciente.

A importância do reconhecimento e confiança

Mas não pense que a anamnese é apenas responsabilidade dos pais. O pequeno também precisará responder algumas perguntas, por exemplo, qual é o desenho que ele mais gosta, brinquedo favorito, etc. Elas podem não ter nenhuma relação com a dentição, mas representam uma etapa fundamental para estabelecer a conexão entre o profissional e a criança.

Essa é talvez a parte mais importante desse encontro. Se o pequeno não construir uma relação de amizade e confiança com o profissional, dificilmente ele vai querer abrir a boca e se sentirá vulnerável na cadeira do dentista. Nesse primeiro encontro, faço questão de me apresentar e conversar sobre as coisas que eles gostam. Alguns pais vêm com queixas pontuais, uma cárie, um dente que nasceu atrás do outro, e querem que eu resolva já nesta hora. Aí eu pergunto para vocês: Como abrir sua intimidade para quem você acabou de conhecer?

Os mais desacostumados podem até encarar esse primeiro encontro como uma “brincadeira”, mas na verdade, é algo bem sério. É justamente esse tato e leveza que criam o ambiente acolhedor que eu preciso para trabalhar ao longo do tratamento. Lembre-se: nada é feito por acaso.

Alguns profissionais optam até por usar fantasias ou uma decoração infantil no consultório. Particularmente, tenho alguns aventais infantis, como o da Turma da Mônica, mas procuro não usar tantos estímulos, porque acredito que a criança precisa entender que ali não é lugar de diversão, e sim de responsabilidade. Minha proposta é transmitir a sensação de acolhimento e fazer com que ela entenda que está ali porque precisa cuidar da própria saúde. A profilaxia, como forma de condicionamento, também é uma conduta minha nesta primeira consulta, afinal a familiarização com os “motores” começa agora, numa divertida escovação

Essa consulta provavelmente será a mais importante do tratamento. No segundo atendimento, a criança já estará habituada e disposta a colaborar com a intervenção. Nesse dia, eu escuto do responsável aquela frase que me enche de satisfação: “nossa, ela nunca abriu a boca tranquila assim para ninguém”.

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25abr2019

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